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domingo, 9 de julho de 2017

Psicologia da vida adulta - TDAH

        Na interdisciplina psicologia da vida adulta a proposta foi que em grupo, no fórum, discutíssemos sobre um aspecto da vida adulta que sempre quiséssemos saber, mas nunca tivemos a oportunidade de pesquisar, a fim de que cada grupo construísse um trabalho sobre um assunto e faça uma apresentação para a turma. Formaram-se 10 grupos para discutir, assuntos que estão presentes na vida adulta, foram abordados temas que dizem respeito a relacionamento, patologias, aprendizagens todos muito interessantes.
             Meu grupo formado por mim Gislane, Roselane, Aline Capriolli, Fernanda e Simone, o mesmo grupo do projeto de aprendizagem, escolhemos como tema o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) na vida adulta. Gostei muito do tema escolhido, esse é um assunto pelo qual em outros momentos já me interessei, e busquei conhecer. Neste momento teremos a oportunidade de conhecer mais sobre o TDAH e dividir com os colegas as informações e conhecimentos a esse respeito. E buscaremos responder as seguintes questões no decorrer de nosso trabalho:
  •  Existem pesquisas sobre a temática?
  • Quais tratamentos podem ser utilizados?
  • As universidades estão preparadas para lidar com adultos com TDAH? 

             O TDAH, tem como características a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade geralmente é associado a crianças e adolescentes, que apresentam sintomas, como: agitação, desorganização, esquecimentos e grande dificuldade em manter a atenção e o foco, em atividades e tarefas diárias. Causando prejuízos em todos os aspectos de sua vida, como rendimento escolar, no convívio social e familiar. Por algum tempo se acreditou que o TDAH desaparecia com o crescimento, mas há estudos que mostram que persiste na fase adulta em grande parte dos casos, alguns sintomas modificam-se, a inquietude pode tornar-se mais branda. 

domingo, 29 de maio de 2016

 Pensando na Saúde do Professor


              Ao assistir ao filme “Minha Voz, Minha Vida”, percebi nele muitas ações e atitudes que costumamos presenciar diariamente na escola. Inclusive poucos dias antes de assistir ao filme, eu e algumas colegas, em nosso intervalo estávamos falando sobre esse assunto, foram relatados casos como o do professor que mesmo em sua casa fala gritando sem se dar conta. O que considero preocupante é que a maioria considera normal e diz que não tem como agir de maneira diferente. E que para conseguir a atenção dos seus alunos é preciso gritar. Quando comecei a trabalhar esse era um dos conselhos que recebíamos das colegas mais experientes. Com o passar do tempo pude presenciar alguns professores que não precisam   fazer uso desse recurso para realizar um bom trabalho, não raro são esses que conseguem o respeito e o carinho dos alunos, mas sei que poucos fazem uso correto de ações preventivas, como aquecimento vocal, ingestão de água ao longo do dia e desligar equipamentos e  fechar portas para evitar a competição sonora,  ações estas que ao mesmo tempo que permitem ao professor falar mais baixo, evitando esforço desnecessário sinaliza ao aluno que neste momento deseja sua atenção. Considero muito importante o alerta feito através de exemplos que tão bem ilustram diferentes formas de fazer uso da voz e a possibilidade de buscar ajuda profissional de forma preventiva.
             Durante todos esses anos de trabalho, e também de estudos, tive muitas oportunidades de aprender técnicas, teorias, pensar e repensar práticas e ações pedagógicas e no bem-estar dos alunos, mas percebo agora que poucas vezes paramos para pensar no bem-estar do professor, que com frequência prejudica sua saúde durante sua jornada de trabalho, utilizando de forma inadequada, não somente a voz como vimos, mas também seu corpo. Muitas vezes nas escolas não se tem móveis e equipamentos adequados para o desempenho das atividades diárias do profissional. E diferente do que acontece em empresas, ações preventivas raramente são propostas. E quando o são como por exemplo ginastica laboral, poucos são os que participam. Às vezes dizemos que por falta de vontade. Mas esses momentos acontecem em horários que não podemos no ausentar da sala de aula, pois não tem quem substitua o professor por aqueles 10 minutos de atividade. Para que um maior número de profissionais participe, considero que deva haver um melhor planejamento e ações de motivação e incentivo a participação, para que esse tipo de ação possa se consolidar e beneficiar um maior número de pessoas.