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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Lendas, Parlendas e Trava-línguas

LENDAS
Lenda é uma narrativa de cunho popular que é transmitida, principalmente de forma oral, de geração para geração. As lendas não podem ser comprovadas cientificamente, pois são frutos da imaginação das pessoas que as criaram.



       














 




PARLENDAS
As parlendas são conjuntos de palavras com arrumação rítmica em forma de verso, que podem rimar ou não. Geralmente envolvem alguma brincadeira, jogo, ou movimento corporal.














TRAVA-LÍNGUAS
Os trava-línguas brincam com o som, a forma gráfica e o significado das palavras. A sonoridade, a cadência e o ritmo dessas composições encantam adultos e crianças. O grande desafio é recitá-los sem tropeços na pronúncia das palavras.




Referências:

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/lenda.htm
http://alfabetizandocommonicaeturma.blogspot.com.br/2011/08/lendas-gauchas.html
https://ensfundamental1.files.wordpress.com/2010/07/trava-linguas.gif
http://sosplaneta.pbworks.com/w/page/68004962/FOLCLORE
http://brinquedoteca.net.br/?page_id=65

domingo, 17 de julho de 2016

Era uma vez...

Era uma vez...há muitos anos atrás, em diferentes lugares do mundo, as pessoas se reuniam para contar e ouvir histórias, mas essas histórias, ainda não estavam nos livros.  Eram passadas de pais para filhos. Eram contadas geralmente por pessoas simples do povo. Essas histórias ajudavam a explicar as situações e os problemas do cotidiano. Quando surgiram não eram histórias para crianças. Pois poucas coisas eram feitas especialmente para elas, naquela época. Com o passar do tempo, foram se transformando e despertando o interesse das crianças por elas. Alguns escritores resolveram escrevê-las, para que não se perdessem e que continuassem a ser contadas e recontadas por muito tempo. Os mais conhecidos desses escritores são: Charles Perrault (na França), Wilhelm e Jacob Grimm (na Alemanha) e Christian Andersen (na Dinamarca), que pesquisaram e reuniram em livros os contos populares. Perrault além dos contos que pesquisou, escreveu outros de sua autoria. Então surgiu a literatura infantil a partir desses contos que foram denominados  Contos de Fadas, por serem histórias povoadas por reis, rainhas, princesas e príncipes como a Bela adormecida. Contam com a presença de seres e objetos com poderes mágicos, como fadas e bruxas, ou ainda com animais que assumem características humanas como o lobo que fala com a Chapeuzinho vermelho.  Nessas histórias o personagem principal, geralmente indefeso, precisa vencer algumas provas e para isso conta com a sorte, com a astúcia ou com a ajuda de um ser mágico, para que consiga se superar e alcançar a felicidade. Desde então esses contos vêm encantando e povoando o imaginário das crianças. São contadas de diversas formas, como: livros filmes e desenhos animados. E auxiliam no amadurecimento emocional e psicológico, através de uma linguagem simbólica que leva a criança a se identificar com os personagens, e assim, lidar com seus medos e angústias, e acreditar que tudo poderá terminar bem. Ainda hoje eles  servem de inspiração para muitas outras histórias. Eu acredito que por muitos e muitos anos ainda poderemos dizer: “e foram felizes para sempre”. Pois a literatura nos permite isso. 

sábado, 16 de julho de 2016

Visitando os blogs



            Na atividade da segunda aula do Seminário Integrador III, fomos convidadas a visitar os blogs de três colegas. Já tenho o hábito de ler as postagens dos blogs, mas desta vez foi diferente. Deveríamos eleger postagens, considerando o(s) conteúdo(s), o(s) argumentos e a consistência de ideias. Comentá-las e fazer sugestões.
            A princípio pareceu um pouco constrangedor, fazer comentários sobre os textos das colegas, mas logo pensei, se acredito, no que diz respeito aos meus alunos que “a aprendizagem se dá na interação com o outro e com o meio”, ler e comentar os textos das colegas e ter meus textos lidos e comentados é uma forma de interagir em que todos podemos crescer com as observações feitas.  

            Já fiz com alunos uma atividade como esta, mas eu nunca havia feito. Considerei muito proveitosa a tarefa, e acredito que todos nos beneficiamos nessas interações. 

domingo, 12 de junho de 2016

Novamente Pensando na Saúde


        No mês passado na sexta-feira que antecedeu ao dia das mães, ouvi uma notícia que me deixou pensativa. Uma professora, de 40 anos, mãe de três filhos menores de 12 anos, estudante de pedagogia como nós, que no sábado faria as fotos para sua formatura, marcada para agosto próximo. Ela após um mês cuidando de sua mãe que estava doente, hospitalizada e veio a falecer no dia primeiro de maio, acordou naquela sexta-feira, disse ao seu marido que sentia uma leve dor na garganta, provavelmente seria uma gripe, depois de tantos dias de idas e vindas ao hospital. Encaminhou-se para o banheiro para preparar-se para os afazeres do dia, cuidados com seus filhos, administração do lar, compromissos profissionais e acadêmicos entre outros que todas nós, mulheres conhecemos bem. Em seguida seu esposo ouvindo um barulho no banheiro, foi verificar encontrou-a caída no chão, chamou socorro e após inúteis tentativas de reanimá-la, foi constatada sua morte por infarto.
           Tendo ouvido esse relato de uma colega de trabalho minha, colega de aula dela, imediatamente lembrei-me que no semestre passado, nas primeiras aulas do seminário integrador II, a profª Cíntia ao nos propor a tabela do tempo, nos alertou para que, diante dos compromissos que começávamos a assumir com nossa vida acadêmica, deveríamos nos organizar e fazer escolhas  para realizarmos nossas atividades e damos atenção a outros aspectos de nossas vidas, como vida profissional, familiar, cuidados pessoais e cuidados com a saúde. Realmente, não raro ouço depoimentos de colegas e confesso me identifico com eles, são muitos compromissos e algumas vezes os cuidados com a saúde são negligenciados, consultas que deixamos de marcar, exames que demoramos a fazer ou protelamos o retorno ao médico para levar os resultados.

        Eu não a conhecia, mas noticia me deixou muito sensibilizada, por pensar nos sentimentos daquelas colegas que caminharam juntas trilhando um caminho como o nosso e que mesmo tendo adiado as fotos daquele sábado, fizeram-nas dias depois, na ausência física de uma colega. Tendo-a, cada uma em seu pensamento e lembrança. E também por seus filhos, que em tão tenra idade, passaram este último dia das mães sentindo uma ausência que nenhum de nós quer sentir. O meu objetivo nesse relato é o de fazer o seguinte alerta: temos que dar conta de dezenas de atribuições e compromissos que nos são imputados ou que assumimos semanalmente, sem deixar de estar atentas para a fragilidade da vida e a preciosidade que é desfrutar dela com saúde, na companhia daqueles que amamos. Cuidem-se. 




Sugestão de leitura:

http://diariodebiologia.com/2014/05/4-coisas-que-voce-pode-sentir-alguns-dias-antes-de-um-ataque-cardiaco/



domingo, 29 de maio de 2016

Experiência com LIBRAS na escola


               
              Gostaria de contar uma experiência que tivemos na minha escola. Em 2009 recebemos um aluno surdo de 5 anos, ele recebia atendimentos especializados e a família foi orientada a matriculá-lo na escola. Não tínhamos conhecimento de LIBRAS, ele estava iniciando sua comunicação em LIBRAS, a professora dele a princípio ficou muito preocupada, sentia-se insegura, e até questionava os benefícios da inclusão, sentia-se como muitas colegas comentaram, despreparadas para trabalhar com ele. Ela uma profissional muito dedicada e sempre disposta a realizar um bom trabalho, logo o susto do primeiro momento deu lugar ao empenho em buscar soluções.
               Nós professores e os funcionários da escola tivemos aulas semanais em formato de oficinas com um professor surdo, para aprendermos um pouco de LIBRAS e assim podermos nos comunicar com o menino e para facilitar a comunicação com as outras crianças. Preparamos materiais como jogos, alfabetos, identificamos objetos e espaços da escola, como já fazemos na Educação Infantil, nesse caso além do nome escrito incluímos em LIBRAS.
               Assim o menino foi ampliando seu vocabulário e as demais crianças foram aprendendo LIBRAS e a comunicação e a interação entre eles começou a acontecer. Foi por pouco tempo, no ano seguinte ele passou para a EMEF Especial para Surdos, hoje Escola Bilíngue. A professora que tinha no início tinha muitas dúvidas e inseguranças, relatou-me que após essa experiência, começava a acreditar que a inclusão mesmo não sendo fácil é possível, pois percebeu que todos se beneficiaram. Numa escola inclusiva é preciso incluir e integrar todos, se não for assim, deixa de ser inclusão.


               Sei que não é fácil, que muito ainda temos que fazer, muito a aprender, os recursos são escassos, muitos alunos, cada um com suas peculiaridades, mas sendo LIBRAS, agora incluída na formação de professores, considero que seja um início. É natural o estranhamento ao que não conhecemos, mas esse estranhamento diante do novo, do desconhecido não deve nos paralisar e sim nos impulsionar em direção a superação das nossas dificuldades.